Segunda-feira, 25 de Fevereiro de 2008
Momentos

 

 

 Foto de : http://www.olhares.com/nlphotographer

 

 

Momentos houve em que fui teu

Por breves momentos

Intensamente fui

Nunca te senti como meu

Sinto agora que te perdi

Sem nunca te ter tido

Sei também que te posso procurar,

E que encontrar vou.

Mas para quê?

Se meu não irás ser.

Ter-te e não seres meu,

Faz algum sentido?

Não é um  jogo qualquer

Onde podemos arriscar

a perder ou ganhar.

Aqui, neste jogo da vida

Arriscámos muito mais

A felicidade e o amor

ou sofrer e ser infeliz.

Vale a pena arriscar,

Por breves momentos?

Eu estou: Convencido que sou escritor...
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publicado por carlos às 17:33
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4 comentários:
De M. a 26 de Fevereiro de 2008 às 21:12
Momentos em que fomos algo e nos foram algo. Tivemo-los,não importa se foram efémeros mas tivemo-los. Se nem nós somos eternos e vivemos a uma escala temporal muito maior que um momento, como haviam eles de durar mais?
Tivemo-los e mais nada. Foram nossos e nossos continuarão a ser enquanto formos donos do pensar.

Beijo
De carlos a 28 de Fevereiro de 2008 às 23:19
É claro que concordo contigo, como sempre! Aerá que algum dia não vou concordar? duvido!
Sim breves momentos mas são meus, ninguém mos tira! E embora breves muito bons!
Beijoca minha linda menina....eheheh
De P... mais um P a 26 de Março de 2008 às 00:10
Olá C...
Penso que este texto (Momentos) tenha sido da tua autoria, mas gostaria de tomá-lo como meu por uns instantes e que o voltasses a ler como se eu te o tivesse escrito para ti.
Lê...
Pois é...! Quem sou eu afinal? Porque ousei usar as tuas palavras? Porque estou para aqui a escrever, se tinha prometido a mim mesmo que não o faria mais?
Mas a vida é cruel, prega-nos partidas e desilusões. Eu continuo a ter a minha quota parte delas, por vezes apenas por acreditar demasiado nos outros...
Hoje fiquei a saber muito mais de ti, C. Sabia que tinhas um blog, mas nunca o tinha descoberto. Hoje, ele veio parar-me às mãos, como que por magia!
E então estive a lê-lo todo... lado a lado com todas as nossas conversas (sim, tinha-as todas guardadas, inclusivé desde a primeira fase, antes de teres desaparecido).
E entendi muita coisa... e fiquei a entender o porquê dos nossos (des)encontros e deu para avaliar o quanto insignificante eu fui nos dias em que tu tanto mexeste comigo (pois... eu também sou um bocado vítima e lamechas, mas é só às vezes).
Fiquei triste... mais triste ainda do que nos dias em que tive a esperança de te poder ter conhecido, ou naquele que comuniquei contigo pela última vez. Hoje foi mais para arrasar. Nem tanto por não teres sido sincero comigo, mas também por ter confirmado pelo que escreves, que és a pessoa sensível e adorável que eu queria ter conhecido. Mas cheguei tarde... e nem cheguei a ter essa oportunidade: a oportunidade de nos termos dado a conhecer, de trocar os olhares, de deixá-los entenderem-se sem palavras... eles saberiam dizer-nos o que quer que fosse... o que quer que fosse!
Mas não houve essa oportunidade... ou melhor, até houve, mas não foi aproveitada. Não foi tomada a sério. não foi tentada uma alternativa sólida. A prioridade era baixa, eu sei...
Não entendo... não consigo entender muita coisa... Por exemplo, porque manter-me em banho maria e numa esperança latente se já existia o M?
Se não era esse o teu tipo de expectativa para mim, porque não o dizer desde logo? Será que fui tão discreto que não deixei transparecer o que sentia e procurava em ti?
Será que era tão improvável ou descabido que eu me sentisse atraído só pelo que falámos ao longo de meses, mesmo sem nunca nos termos visto ao vivo?
Será que eu era suposto ser apenas um amigo para te apoiar sem pedir nada em troca, como o P e o A têm feito, mas na versão virtual? Será que eu me tornaria como o amigo que está do outro lado do oceano e em breve vai deixar de estar?
Mas sabes...? Revejo-me em ti! Talvez neste meu comentário não te revejas tu, mas hoje era eu que precisava desabafar e perdoa-me se usei o teu blog para tal, porque eu não tenho um meu...
Não te posso condenar de forma alguma porque talvez eu próprio tivesse feito o mesmo que me fizeste. A eterna mania de querer agradar a todos, que eu tenho, também me fez perder muita coisa e também me fez sofrer imenso. A minha ex-mulher sabe bem disso. Também ela ainda hoje é a minha melhor amiga e a pessoa mais importante da minha vida..., além de me ter dado a oportunidade de ser pai, deu-me aquilo que penso nunca mais irei voltar a encontrar... um amor incondicional! Até nisso somos parecidos, não é C? Diferentes mas no mínimo parecidos...
Ainda se... (há sempre um "se", não é?)

Muito haveria por dizer, dizer mesmo, conversar, porque eu não me gosto de expressar por escrito. Acho que o sei fazer, mas não gosto de o fazer, porque muitas coisas dizem-se com o tom de voz que se usa e com a expressão da nossa face. Aqui tudo fica mais difícil, mais sujeito a más interpretações.
Talvez eu venha a ser mal interpretado hoje, talvez não. Mas não guardo rancores C. Precisava apenas "deitar fora". Já o fiz...
Vou manter-me na minha concha, tento passar despercebido, e tenho as todas as defesas novamente levantadas.
A ti, apesar de tudo o que hoje aqui disse, desejo o mesmo que sempre desejei...
P.

De carlos a 26 de Março de 2008 às 17:15
Olá Pedro! Li com muita atenção o teu comentário ou desabafo. Todos temos desilusões, eu também as tive,tenho e terei. Fiquei surpreso, pois sempre achei que conhecias o blog e o acompanhavas. Tu nunca foste insignificante para mim, se o fosses não teria tido as tais conversas contigo durante meses.
É verdade que existiu uma fase recente com o M, existiu.
Nunca foi uma qestão de prioridades, sempre te levei a sério, nunca brinquei com as nossas conversas e nem contigo. Nunca quis e nem quero criar expectativas em ninguém, muito menos em pessoas como tu, correctas e integras. Andei perdido, sem saber o que queria ou o que procurava, acho normal depois de tudo. Hesitei em relação a ti, sim, mas nunca te passei para trás ou decidi que eras insignificante.Lembro-me da ultima conversa e em como fiquei depois do que me disses-te e em como não te conseguia responder. Achas que não fico triste?
Também eu não sei se algum dia vou amar e ser amado como fui enquanto casado, sim como tu um amor incondicional. expressas-te muito bem através da escrita, acho também que em algumas coisas estás enganado a meu respeito.
Conversar podemos sempre, sempre que quiseres. Garanto-te que também eu te desejo bem, o melhor que possa haver para ti.
Gosto de ti sim, não da mesma forma que aqui descreves. Esse é um dos meus maiores medos, e que nunca quis que me acontecesse, ter alguém especial como tu com os sentimentos que dizes ter por mim e eu não conseguir corresponder, faz doer sabes?
Não quero agradar a todos, mas áqueles de quem gosto.
Não quero criar e nunca o quis, expectativas a ti, se o fiz foi sem intenção, não sou do tipo de ter homens interessados em mim e dar um pontapé ou alimentar esse sentimento para bem do meu ego, eu não sou assim.
Lamento muito mas respeito o nosso afastamento, mas se quiseres o teu frente a frente comigo, olhar-me, eu vou querer.
Abraço grande e forte, nunca quis fazer nada de mal contra ti, se o fiz desculpa.

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