Terça-feira, 22 de Junho de 2010
Carta de amor I

Olá meu amor!

Queria falar contigo, não para soltar palavras, mas para falar com o coração...para o coração.

Sabes, perco-me em frases soltas, palavras vazias que amordaço á minha alma por medo.

O medo de nunca mais te ter...

Queria não sofrer, queria que não sofrêssemos, queria dar-te um sorriso em cada raio de sol.

A loucura que sentia quando te aproximavas de mim...

Era breve a madrugada quando o dia nascia no sol do teu sorriso e doce era a noite quando embalada ainda no calor da tua ternura.

Deveria gritar o quanto te amo e não me calar...quando o amor dói, é fogo no fundo da minha alma.

Dói cada palavra tua que não tenho, cada lágrima que solto, dói dentro de mim.

Um perdão que preciso mas cujas palavras me escapam...

Amo-te em cada minuto que passa, em cada hora sem ti, em cada grito preso no calor do meu peito.

Amo-te! Deveria gritar a cada instante, fazer deste sentimento a luz para guiar os meus passos.

Sou teu, rendo-me a ti, á força de um amor que não nego, á dor de te fazer doer, quando o meu medo me cala, quando o ciúme me vence e cai a noite sobre os meus olhos fechados.

Amo-te! Mas será que preciso dizer-to? Será que não sentes em mim o fogo preso de um desejo, que de tão latente é loucura?

Caiem-me muitas vezes lágrimas, nem sempre de dor, e essas são lágrimas de ternura que coloco a teus pés, oferta de um amor que me transcende, de um amor que me possui sem que eu possa escolher, querer ou não amar-te.

Amo-te como á vida, mais do que á vida, porque eu não tenho vida quando estás longe de mim.

Amo-te num sentimento sincero, num estado de alma pleno que não tem principio nem fim.

E eu, meu amor sou só teu, trago-te no peito guardado, por muitas lágrimas caídas, minha dor e minha paz, minha prisão e liberdade, sempre dentro de mim guardado como jóia rara, sem preço que a possa comprar...meu tesouro, minha cruz, meu pequeno paraíso, por vezes inferno de amor onde mergulho e me queimo.

Leandro, homem da minha vida, amor que desafia a morte porque respiro em ti o ar que me faz viver. 

 

Carlos

publicado por carlos às 15:57
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5 comentários:
De MIGUXA a 23 de Junho de 2010 às 02:27
Carlos,

Meu doce amigo,

Faltam-me as palavras para descrever o que senti ao ler esta tua carta dirigida ao teu Amor...

Simplesmente lindo esse teu sentir.
Tudo de bom !!!
Beijos ternos
Margarida
De carlos a 23 de Junho de 2010 às 15:33
Olá Margarida,
pois não há muito a dizer....é Amor!
Beijo grande e obrigado
De sandra a 30 de Junho de 2010 às 01:56
desculpa...mas reparei que tens um jeitinho unico para a escrita...
É assim: eu estou a comentar pelo simples facto de querer saber a opinião vinda de outras pessoas desconhecidas sobre os textos do meu blog...e acho que tu é uma das mais indicadas para o fazer...
Sou a Sandra e o meu blog é: http:serenidadepereira.blogspot.com espero que gostes e que des uma pequenina opinião...era super importante...
obbrigada pela atenção
De carlos a 1 de Julho de 2010 às 03:13
Olá...já lá dei um saltinho, mas não tive muito tempo para ler.
Prometo voltar com calma e depois deixo comentário.
Obrigado pela visita!
De sandra a 1 de Julho de 2010 às 18:26
obrigada...por tudo

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