Sábado, 26 de Junho de 2010
Carta de amor III

 

Leandro,

se pensas que estás longe de mim só porque  te estou a falar através de uma carta, estás completamente enganado, pois estás comigo, guardado em mim, na minha pele, em todos os momentos do dia.
Se achas pouco, sou capaz de dizer-te que estás no ar que me envolve, sou muito sincero ao afirmar que te respiro e que, se em algum momento não te sentisse neste ar que respiro, seria como se me faltasse o oxigênio, seria como se me faltasse algo vital.

Eu amo-te tanto que seria capaz de passar a tarde a fazer comparações para quantificar a importância que assumiste na minha vida. Mas não vou fazer isso, pois tu sabes exactamente o teu papel, sabes exactamente o espaço que ocupas no meu coração, imenso em alegria e prazer por ter-te e ser teu.
Eu amo-te tanto que faria qualquer sacrifício para não estar aqui neste momento, a escrever-te estas linhas, mas para estar ao teu lado agora e percorrer com as pontas de meus dedos as linhas do teu rosto, das tuas mãos e de todo o teu corpo.
Eu desejo que entre nós apenas este tipo de sentimento habite, que apenas as coisas boas frutifiquem, como essa prazerosa necessidade de estarmos juntos. Amo-te muito! Muito e para sempre, e quero que assim como eu te sinto em mim a cada momento, também me percebas na água que mata a tua sede e no vento que te refresca a pele.

Beijo enorme com saudade imensa!

 

Carlos

publicado por carlos às 02:46
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